
No primeiro dia de greve, cerca de 4 mil trabalhadores foram às ruas. De lá para cá, outras quatro manifestações foram realizadas em frente à Prefeitura, pelas ruas do Centro e às portas da Secretaria de Educação, pedindo que o prefeito abra negociações.
Até agora, o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Joinville (Sinsej), filiado à CUT, já enviou quatro ofícios ao Executivo pedindo a abertura de diálogo, mas o prefeito Carlito Merss (PT) nega-se de forma irresponsável a atender os trabalhadores e tenta impor-lhes um fardo de 20 meses sem reposição salarial. Tamanha intransigência, arrastou a greve do funcionalismo público de Joinville para a segunda semana, quando, mesmo enfrentando frio e chuva, os servidores voltaram às ruas e fizeram um abraço simbólico ao prédio da Prefeitura.