quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

A nação de zumbis idealizada pelo PT

Recentemente vimos a chocante notícia de uma garota que perdeu um olho num protesto de esquerda. Por que uma jovem estudante, bonita e com alguma estrutura familiar pode aceitar de bom grado o risco de entrar numa guerra, a ponto de perder um olho, para defender um governo que cortou 6 bilhões de reais da educação que ela pensa defender? Como a defesa de um governo atroz, que levou o país a uma grave crise sem precedentes, pode se tornar a meta principal da vida de milhares de jovens? Como tamanha despersonificação acontece?
garota esquerdista

Todo o processo de transformação física e comportamental, de uma garota saudável até virar uma militante esquerdista radical e perder um olho durou apenas dois anos.

Podemos afirmar, segura e enfaticamente, que a lavagem cerebral esquerdista coletivista é um problema grave e preocupante do Brasil (e do mundo) atualmente. Vemos isso no establishment democrata norte-americano, no fundamentalismo islâmico e nos movimentos de adolescentes e jovens bolivarianos na América Latina. China, Rússia, Coréia do Norte, todos são vítimas da lavagem cerebral esquerdizante (ou seja: socialista, coletivista, totalitária e autoritária, em seus diversos matizes) em maior ou menor grau.
São cenas comuns no Brasil atual (assim como eram na China maoísta) os escrachos públicos, aulas interrompidas à força, denúncias contra supostos inimigos, amizades e mesmo relações familiares que se deterioram por conta de ideologia política, filhos denunciando pais, além de transformações físicas e um código de linguagem próprio das vítimas da lavagem cerebral ideológica.
O conceito de lavagem cerebral foi proposto pelo psiquiatra americano Robert Jay Lifton, professor de Harvard, que é a maior autoridade no mundo em estudos sobre guerra política, controle mental e psico-historiografia.
Em seu livro de 1961, Thought Reform and the Psychology of Totalism: A Study of “Brainwashing” in China (The University of North Carolina Press, 1989), resultado de uma pesquisa realizada a partir de 1953 com cidadãos americanos prisioneiros na Guerra da Coréia e também com exilados da China maoísta que sofreram doutrinação ideológica nas universidades chinesas, Lifton mergulhou nas variadas técnicas coercitivas usadas na China comunista, cunhando o termo “thought reform”, (reforma do pensamento) e descrevendo as suas principais características, além dos métodos que causam tal deturpação psicológica, moral e cognitiva.
A boa notícia é que, segundo seus estudos, o ser humano não é intrinsicamente cruel e somente em raros casos de sociopatias a pessoa é capaz de ser induzida a cometer crimes e atrocidades sem um grande sofrimento e dano emocional. A má notícia é que é muito fácil fazer uma pessoa “normal” cometer tais crimes.
Em outro livro, The Nazi Doctors: Medical Killing and the Psychology of Genocide (1986), Lifton estudou os inúmeros casos de médicos alemães – pessoas comuns – que justificavam e racionalizavam a própria participação nos sinistros experimentos do nacional-socialismo alemão, blindando-se psicologicamente desses grandes traumas.
A doutrinação pode ocorrer em vários níveis, seja um psicopata sedutor que obceca sua vítima, passando pelos famigerados líderes de seitas, grupos políticos e paramilitares, até a doutrinação em nível governamental e estatal, auxiliada pelo aparato cultural (universidades, igrejas, mídia, etc.).
O conceito de doutrinação poderia ser confundido com o princípio da educação, não fosse por uma grande diferença: a educação é um processo pessoal, a pessoa deseja educar-se e escolhe o que irá aprender, a educação visa a liberdade e a autonomia. Já a doutrinação é realizada a despeito da vontade da vítima e visa a submissão e o controle mental. Não é à toa que os campos de concentração da URSS e da Alemanha nacional-socialista eram chamados de “campos de reeducação”.
Atualmente no Brasil há uma hegemonia de esquerda, ou comunista, socialista, progressista etc. (são sinônimos, de fato) e temos gerações e gerações de brasileiros doutrinados, vítimas desse contexto histórico. As evidências disso são muitas, de livros didáticos completamente deturpados e professores doutrinadores até as transformações radicais morais, físicas e psíquicas em jovens cooptados pela esquerda.
O perfil (censurado inúmeras vezes nas redes sociais) @AntesDepoisdaFederal revelou recentemente centenas de casos reais de jovens se transformando em seguidores radicais e fanáticos do culto esquerdista, vítimas de um processo exatamente idêntico ao de uma seita pós-apocalíptica. Engana-se quem pensa que esse é um perfil de humor. Ao contrário, essa iniciativa é um alerta, é uma página que revela histórias tristes, verdadeiros dramas da existência humana.
antes-depois
Antes e depois da lavagem cerebral.
Portando urge debruçarmo-nos sobre a questão da doutrinação ideológica e lavagem cerebral em curso no Brasil para que não sejamos vítimas dos mesmos erros do passado.
Segundo Lifton, os principais meios de controle mental são:

1. O controle do pensamento
Não se lê ou estuda material contrário ao grupo. Não se fala sobre determinados assuntos, não se usa determinadas palavras. Exatamente como ocorre nas universidades brasileiras, na mídia e nos meios culturais. Pode haver isolamento físico e censura.
A obra de Pascal Bernardin, Maquiavel Pedagogo ou O Ministério da Reforma Psicológica (2005) descreve, com base em documentos oficiais, as técnicas de manipulação psicológica e sociológica levadas a cabo pelos organismos globalistas, particularmente a ONU, UNESCO, OCDE, Conselho da Europa e Comissão de Bruxelas, e aplicadas pelos governos de boa parte do mundo.

2. Hierarquia
A vítima é convencida da autoridade absoluta do líder.
Neste vídeo vemos um fenômeno comum: uma liderança obriga o entrevistado a parar de falar. Em outros vídeos desse canal, além das vítimas serem censuradas, são instigadas a reverberar bovinamente aos gritos e sem pensar, tudo o que a liderança fala, numa tática de protesto bastante impressionante chamada “microfone humano”.
O psicólogo Stanley Milgram realizou um famoso experimento no qual um professor mandava os alunos darem choques mortais em cobaias humanas, sem saberem que tais choques eram falsos. Dois terços dos alunos aceitaram dar choques violentíssimos e mortais em seus semelhantes só porque o professor mandou.
Foram bastante divulgados os casos de abuso das lideranças do grupo “Fora do Eixo”, que é um dos maiores exemplos de lavagem cerebral de alto nível, que conta inclusive com o fator “isolamento físico”, visto que seus integrantes vivem de certa forma apartados da família e da sociedade. As semelhanças entre as técnicas de manipulação mental usadas por Pablo Capilé e Jim Jones são gritantes.

bora temer
A autoflagelação é uma característica das seitas mais radicais.

Cada palavra carregada de sentimentos amorosos do líder (que pode ser desde um professor, um diretor do centro acadêmico, um artista até um político ou governante) é um gatilho para a obediência cega.  O processo mental de submissão à liderança não é racional, mas sentimental. Não interessam os resultados das ações dos líderes, mas o sentimento que evocam e dizem representar.
Há um livro infanto-juvenil quase profético do escritor Pedro Bandeira, chamado “A Droga da Obediência”. O socialismo, de fato, é a verdadeira droga da obediência.

3. O mundo dividido
Há os “bons” (o grupo) e os “maus” (todo o resto). Não existe meio-termo. Ou você é um “coxinha” malvado que odeia pobres no avião ou é um “progressista” com consciência social. Ou você vota na Dilma e é enquadrado no grupo dos iluminados ou fala bem do Bolsonaro e é um estuprador racista fascista homofóbico neoliberal.
Parece óbvio que, para quem está convencido de ter a solução dos problemas do mundo, os que não concordam com sua visão devem ser exterminados. O cinegrafista Santiago Andrade foi morto por jovens que odeiam a imprensa livre e acreditam estar fazendo o bem.
Os maiores genocídios da Humanidade ocorreram pelas mãos de jovens utópicos e idealistas que acreditavam poder criar um mundo perfeito.
O nazismo não surge pedindo câmaras de gás para judeus, e sim “espaço vital para o povo alemão”; Lenin não fez a Revolução Russa em nome do Gulag e dos paredões, mas pedindo “pão e terra” para o “proletariado”.

4. Delação
São famosas as histórias de filhos chineses, soviéticos, vietnamitas, cambojanos e norte-coreanos delatando os pais para ganhar status com os líderes. Hoje presenciamos, no Brasil, o mesmo fenômeno. Filhos que renegam os pais, envergonham-se deles e os denunciam às “lideranças”, que pode ser o professor do cursinho, o colega do DCE ou mesmo expondo os pais nas redes sociais.
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Deve ser triste para um pai ver isso, depois de anos cuidando da filha com todo o carinho.
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A cultura da delação assume a forma da hiper-judicialização da vida em sociedade e nunca é imparcial. Qualquer um, caso não comungue dos ideais da seita, pode ser denunciado ao estado por uma mera palavra ou frase mal interpretada. O mote é “vou te processar”, geralmente por crime de opinião e quase sempre sem nenhum fundamento. Já se um membro da seita realmente comete calúnia, injúria, difamação ou incitação ao crime, o caso é abafado. O militante tem carta branca para publicar, por exemplo, que deseja que uma jornalista oposicionista seja estuprada.
Em outro nível de atuação, pode haver o auxílio da imprensa e dos agentes culturais, assassinando as reputações de opositores e blindando a sua própria militância.

5. A Grande Verdade
O mundo é explicado com regras próprias e, mais importante: há soluções para se construir o Paraíso Terreno. Tais soluções são inquestionáveis. “O socialismo é a única doutrina que oferece respostas e salvação”. Negar isso é mais que negar a própria salvação, é ser contra a salvação de todas as outras pessoas. Quem é contra a salvação dos outros só pode ser uma pessoa maligna mesmo, que merece ser fuzilada no paredão e presa em campos de concentração. Tal é o “raciocínio” (entre aspas, pois não é um processo racional, mas sentimental) da mente lavada.

6. Código secreto
Há termos próprios, às vezes incompreensíveis, gírias, figuras de linguagem, mesmo a maneira de pensar, se vestir ou falar. Isso acontece no PCC (aquele dos bandidos, quero dizer, dos bandidos da cadeia e não dos livros de História) em São Paulo: as gírias são o código que caracteriza o membro como ainda condiciona seu pensamento. Acontece muito nos movimentos socialistas também, veja só que curioso.
A linguagem é um fator importantíssimo e essencial, é ela que vai disparar os gatilhos sentimentais na massa de militantes, é ela que vai envolver os discursos das lideranças com uma roupagem de boas intenções, é ela que fará milhares de pessoas marcharem por causas que nada conhecem (por exemplo, o direito trabalhista “dignidade”).
Não é coincidência que todas as ditaduras socialistas são auto-denominadas “repúblicas democráticas e populares”.
Palavras como “empoderamento”, “comunidade”, “social”, “coletivo”, etc. são palavras-gatilho que despertam um sentimento de pertencimento a um grupo e diferem o falante dos demais, considerados “alienados” ou pior: inimigos.
Entra aí o fenômeno da auto-censura “politicamente correta”, que é, segundo Olavo de Carvalho, o pior tipo de censura que existe, pois é uma censura auto-infligida antes mesmo do nascer das idéias.

7. A supremacia do grupo
Quando ocorre um processo de despersonificação, a vítima abre mão de sua individualidade para obedecer as ordens do grupo. Vale a pena perder um olho – ou mesmo a vida – para obedecer os ditames do grupo. A vítima abre mão do próprio senso crítico e já não pensa por si, mas delega todas as decisões ao grupo. Deixar o grupo ditar o que se deve ou não fazer é confortável e reduz consideravelmente os riscos de ser considerado um traidor.
A supremacia do grupo, além de ser um fator preponderante no processo de reforma do pensamento tratado aqui, é uma das principais características da ideologia coletivista em geral.
Num dos mais importantes ensaios filosóficos do mundo, A Rebelião das Massas, José Ortega y Gasset nos apresenta o grande fenômeno do século XX, o homem-massa, o homem despersonificado:
“É o homem previamente esvaziado de sua própria história, sem entranhas de passado e, por isso mesmo, dócil a todas as disciplinas chamadas “internacionais” (…) só tem apetites, pensa que só tem direitos e não acha que tem obrigações: é um homem sem obrigações de nobreza.”
Destituído de sua própria individualidade, o homem-massa goza em ser idêntico aos demais, pensar igual, a se sentir como “todo mundo”. Ao perder todo o respeito pelo passado, o homem-massa está aberto e vulnerável a qualquer tentativa de imposição de novos valores.
É preciso se policiar para agir de acordo com o padrão de comportamento “ideal”.
Solomon Asch (1907) identificou, na década de 1950, as características do espírito de rebanho no famoso experimento das medidas, no qual ele reunia um grupo de pessoas e mostrava a elas um cartão com uma série de linhas de comprimentos diferentes. Então, pedia para que identificassem qual seria a linha mais longa. Todas as pessoas na sala, menos uma, tinham sido orientadas para escolher a mesma resposta – claramente errada.
Surpreendentemente, um terço das pessoas concordava com o grupo, mesmo sabendo que estava escolhendo a opção incorreta.

8. Comprometimento
O socialismo é a grande causa, é o que vai tirar o mundo da miséria, vai trazer mais amor a São Paulo, vai fazer brilhar a nossa estrela lá. A pessoa se sente presa, ninguém pode ser feliz fora do grupo.
Tal sentimento não é uma alucinação, mas um dado real. É muito difícil para um adolescente de 17 anos ir contra todos os professores, amigos, imprensa, ídolos culturais, etc. especialmente no momento no qual ele está mais vulnerável e aberto intelectualmente, que é na época da faculdade.
Um aluno brasileiro que acaba de ingressar na universidade logo vê seus professores e colegas chancelarem o ideal socialista. Ele vê como os “coxinhas fascistas neoliberais” são tratados e achincalhados. Como assumir publicamente ser contra todo mundo? Como perder amigos, status e mesmo contatos profissionais, comprometendo toda a sua vida, sendo contra o establishment?
Em pouco tempo ele se adapta e crê que não há a possibilidade de ser feliz “do outro lado”. É importante notar como esses conceitos não são estanques, mas se intercomunicam. Um dado da realidade via de regra tem a influência de mais de um fator. A garota que perdeu um olho defendendo a Dilma sujeitou-se a isso por obediência às lideranças e influência do grupo, de acordo com seus conceitos de mundo dividido, grande verdade e usando um código próprio de linguagem.
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Todos eles eram idealistas e queriam mudar o mundo.

Como deixar de ser mais uma vítima?
Quando pensamos no nacional-socialismo alemão tendemos a questionar “como aquelas pessoas puderam sancionar tal regime sinistro?” Parece algo irreal, impossível de ser repetido, mas não é. Basta ver o número de pessoas que defendem ditadores, regimes genocidas e grupos terroristas hoje em dia.
Estamos todos sujeitos a sermos vítimas desse dispendioso, organizado e altamente complexo processo. É preciso vencer a “Espiral do Silêncio”, teoria proposta pela cientista política alemã Elisabeth Noelle-Neumann e trazida à tona do debate público brasileiro pelo filósofo Olavo de Carvalho e perfeitamente retratada no conto A Roupa Nova do Imperador, de autoria do dinamarquês Hans Christian Andersen (1837).
O medo do isolamento ao se emitir uma opinião discordante da maioria só pode ser vencido com uma cultura que valorize o livre debate, a liberdade de expressão, o diálogo honesto, aberto e sem amarras.
O método socrático, usado tão bravamente pelo canal @Mamãefalei no vídeo acima, é infalível. Você deve se perguntar simplesmente: “pelo que vale a pena perder um olho?” “Eu sei realmente por que eu luto?” “O que pensam os opositores? “Quais são seus argumentos?”
Principalmente, é urgente nos preocuparmos com o tipo de educação que as crianças e jovens recebem nas escolas. Eles recebem ensinamentos para serem independentes ou para dependerem de um estado, um governo ou de um líder? O quanto ele se apegam a ideais comprovadamente fracassados (como o socialismo) ou estão abertos a outras considerações? Seus professores revelam todos os fatos históricos ou escondem aqueles que não sustentam a defesa da causa?
É preciso estarmos atentos às alterações de humor e de comportamento nos jovens em idade escolar, tal como uma drogadicção. As transformações seguem um padrão nessa lavagem cerebral moderna. Se a sua filha detonar o próprio cabelo, muitas vezes com uma franja mal-acabada, deixar os cabelos das axilas crescerem, começar a usar o famoso “piercing de boi” no nariz, usar roupas desleixadas e se masculinizar, há grandes chances de que ela esteja sendo cooptada pela seita esquerdista. Já se seu filho começar a se vestir como um mendigo travesti e passar muito tempo no DCE, ele não está se dedicando aos estudos, não seja ingênuo, ele é mais um zumbi vermelho que não sabe sequer explicar o que é fascismo.
Por trás das franjas mal-ajambradas, dos piercings de boi, dos alargadores, tatuagens e daquele olhar arrogante de quem se acha detentor do monopólio da bondade há um jovem pedindo socorro, há aquela criança que brincava e sonhava ser médica ou policial, aquela criança que chamava assustada pelos pais quando tinha medo de alguma coisa geralmente parecida com o que ela própria aparenta ser hoje.
Se você perceber essas alterações físicas e comportamentais, não se engane: o seu filho já não pertence a você. Pode ser até que ele não te ame mais e te considere um inimigo de classe. Ele ama a “causa”, ele está à mercê das “lideranças” do partido e, se preciso for, ele irá te denunciar por ser um pai capitalista burguês opressor sem pensar duas vezes. Se instigado a tal, irá perder um olho pela causa.
Há poucas diferenças entre o ambiente num departamento de Humanas numa universidade pública e a “Cracolândia”. Assim como o crack, a doutrinação esquerdista transforma suas vítimas em zumbis maltrapilhos e causa diversos danos psicológicos. Conseqüentemente, as campanhas contra a lavagem cerebral esquerdista devem ser tão vigorosas como as campanhas contra o crack.
Com a autoridade de quem já foi uma vítima dessa lavagem cerebral, posso afirmar que tudo isso é secundário e coadjuvante. É bastante difícil mudar alguém sem incorrer nos mesmos métodos expostos acima. A mudança deve vir por conta própria, deve ser um processo estritamente pessoal, geralmente lento, penoso e doloroso. O que é realmente eficaz contra esse bombardeio cultural é o conhecimento, que apenas poderá vir junto com o livre debate de idéias, com a liberdade de expressão e pensamento. O maior antídoto contra a massiva campanha de lavagem cerebral esquerdizante foi inventado há 2500 anos, chama-se “método socrático” e consiste em duvidar sempre das próprias certezas. Ou, no mínimo, lavar a sua louça e arrumar o próprio quarto antes de querer mudar o mundo.


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Heber Roberto Lopes deixa de apitar

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Sim amigo leitor, vendo as últimas atuações do paranaense Heber Roberto Lopes como árbitro, só podemos constatar que ele deixou de apitar. 
Assistindo aos jogos apitados por ele no catarinense, Copa América, Brasileirão e campeonato Potiguar, não nos resta outra impressão.
Ele dificilmente corre o campo todo, apita de longe.
Partidas de times de pouca expressão ou que não tenha tanta exposição, ele apita do meio do campo.
Temos presenciado através da televisão os pequenos erros de interpretação da sua parte por se posicionar mau no gramado.
Ontem os narradores e comentaristas da RBS e do Premiere criticaram o árbitro por diversas vezes durante a transmissão pela sua falta de vontade de correr em campo e insistência em apitar as jogas de longe, dando margem a vários erros.
Aqui em Joinville ele é 'persona non grata' uma vez que admitiu que não sente prazer algum em apitar os jogos do Joinville Esporte Clube. Ora, um árbitro que age dessa forma discriminatória não pode atuar nos campeonatos onde o clube participa, haja vista que está manchada a imagem de imparcialidade  na competição.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

IGREJA VAI BEATIFICAR NO JAPÃO O “SAMURAI DE CRISTO”

No próximo dia 7 de fevereiro, o Cardeal Angelo Amato, Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, presidirá em Osaka (Japão) a cerimônia de beatificação do mártir Justo Takayama Ukon, conhecido como o “Samurai de Cristo”, muito apreciado na Igreja Católica do país.
Em 22 de janeiro de 2016, Papa Francisco aprovou o decreto que reconhece o martírio do samurai do século XVI, que entrará na lista de católicos japoneses que preferiram morrer a renunciar a sua fé.
O caso do próximo beato é especial, pois entre os 42 santos e 393 beatos japoneses (todos mártires), ele foi um leigo e nobre que chegou aos altares porque escolheu deixar tudo para entregar a sua vida a Cristo e faleceu devido à debilidade física causada pelos maus tratos que sofreu durante a perseguição.
Takayama nasceu em 1552, três anos depois que o missionário jesuíta São Francisco Xavier introduziu o cristianismo no Japão. Um dos convertidos foi seu pai, que o batizou quando tinha 12 anos com o nome de Justo.
Os Takayama eram  membros da classe governante e possuíam várias propriedades e tinham direito a formar exércitos e contratar samurais.
Esta família se dedicou a ajudar nas atividades missionárias no Japão e era protetora dos cristãos e dos missionários jesuítas.
Em 1587, quando o samurai completou 35 anos, o Chanceler do Japão, Toyotomi Hideyoshi, começou uma perseguição contra os cristãos: expulsou os missionários e obrigou os católicos japoneses a abandonar a fé.
Enquanto muitos daimio optaram por renunciar o catolicismo, Takayama e seu pai optaram por abandonar as suas terras e os seus títulos para permanecer firmas na fé e viver pobres como Jesus Cristo. Muitas pessoas tentaram convencê-lo a renunciar o seu catolicismo. Entretanto, ele recusou e optou por viver como cristão até a morte.
Quando o imperador proibiu definitivamente o cristianismo, Takayama foi exilado com um grupo de 300 católicos japoneses para as Filipinas.
O próximo Beato faleceu em Manila um ano depois, debilitado por causa de perseguição.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Veja porque os católicos não adoram imagens

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Se temos entre nossos familiares ou amigos próximos algum protestante, é muito provável que alguma vez nos disseram que nós católicos estamos errados por adorarmos imagens. É normal que, com a melhor intenção do mundo, mas com muito desconhecimento das Escrituras, esta pessoa nos tenha mostrado aquela famosa passagem em que Deus “proíbe” a construção de imagens.
“Não farás para ti escultura, nem figura alguma do que está em cima, nos céus, ou embaixo, sobre a terra, ou nas águas, debaixo da terra. Não te prostrarás diante delas e não lhes prestarás culto. Eu sou o Senhor, teu Deus, um Deus zeloso que vingo a iniqüidade dos pais nos filhos, nos netos e nos bisnetos daqueles que me odeiam”.
Voltaremos nesta passagem mais tarde, já que queremos focar em um fato curioso em que os protestantes deixaram passar: Deus mandou fazer imagens!

Temos aqui 4 ocasiões em que Deus mandou fazer imagens:

1) Éxodo 25, 16-22
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“Porás na arca o testemunho que eu te der. Farás também uma tampa de ouro puro, cujo comprimento será de dois côvados e meio, e a largura de um côvado e meio. Farás dois querubins de ouro; e os farás de ouro batido, nas duas extremidades da tampa, um de um lado e outro de outro, fixando-os de modo a formar uma só peça com as extremidades da tampa. Terão esses querubins suas asas estendidas para o alto, e protegerão com elas a tampa, sobre a qual terão a face inclinada. Colocarás a tampa sobre a arca e porás dentro da arca o testemunho que eu te der. Ali virei ter contigo, e é de cima da tampa, do meio dos querubins que estão sobre a arca da aliança, que te darei todas as minhas ordens para os israelitas.”

2) Números 21, 8-9
“E o Senhor disse a Moisés: ‘Faze para ti uma serpente ardente e mete-a sobre um poste. Todo o que for mordido, olhando para ela, será salvo.” Moisés fez, pois, uma serpente de bronze, e fixou-a sobre um poste. Se alguém era mordido por uma serpente e olhava para a serpente de bronze, conservava a vida.

3) I Reis 6, 23-27
Resultado de imagem para querubins+templo+salomão“Fez no santuário dois querubins de pau de oliveira, que tinham dez côvados de altura. Cada uma das asas dos querubins tinha cinco côvados, o que fazia dez côvados da extremidade de uma asa à extremidade da outra. O segundo querubim tinha também dez côvados; os dois tinham a mesma forma e as mesmas dimensões. Um e outro tinham dez côvados de altura. Salomão pô-los no fundo do templo, no santuário. Tinham as asas estendidas, de sorte que uma asa do primeiro tocava uma das paredes e uma asa do segundo tocava a outra parede, enquanto as outras duas asas se encontravam no meio do santuário.”

4) I Reis 7, 28-30
“Eis como eram feitas essas bases: eram formadas de painéis e enquadradas de molduras. Nos painéis enquadrados de molduras, havia leões, bois e querubins, assim como nas travessas igualmente. Por cima e por baixo dos leões e dos bois pendiam grinaldas em forma de festões. Cada base tinha quatro rodas de bronze, com seus eixos de bronze, e nos quatro cantos havia suportes fundidos que sustinham a bacia, os quais estavam por baixo das grinaldas.”

Então… e a famosa passagem de Êxodo 20, 4-5?
Dizem que aquilo que é dito fora de contexto vira contexto. Então, vamos analisar o contexto dessa passagem. Em primeiro lugar notemos que esta suposta proibição está no capítulo 20 de Êxodo; no entanto, 5 capítulos depois vemos Deus mandando construir querubins de ouro. Se deram conta? O mesmo Deus que a princípio supostamente proibiu construir imagens do que há “acima no céu”, agora manda fazer estátuas de querubins, criaturas do céu. Isso se deve porque quando Deus proíbe as imagens, o faz com um fim: Ele conhecia o povo ao qual se dirigia e sabia que poderiam construir uma imagem e dizer “esta imagem é o meu deus”. De fato, isso ocorreu com Israel; construíram um bezerro de ouro para adorá-lo e disseram ‘Este é o Deus de Israel, aquele que nos fez sair do Egito.” (êxodo 35,4).

A diferença é que as imagens que Deus mandou construir, assim como as imagens que os católicos usamos nas nossas Igrejas, servem como um sinal que nos apontam a Deus, nunca são consideradas deuses. Até a imagem mais linda de nosso Senhor sempre será apenas uma representação e nunca o próprio Deus.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Parece piada: Planalto publica no Twitter 'por engano' senhas de redes sociais do governo

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O Palácio do Planalto publicou nesta terça-feira (10) por engano, no Twitter, todas as senhas de redes sociais do Portal Brasil e do Palácio do Planalto. A Secretaria de Imprensa da Presidência informou que o erro aconteceu em uma postagem já apagada do Portal Brasil na rede social, gerida pela equipe de Contas Digitais, mas não deu mais detalhes de como aconteceu o processo. Anexado ao tuíte havia um link supostamente para uma matéria sobre o assunto abordado, mas, na verdade, ele redirecionava o internauta a um documento do Google Drive com todas as senhas das redes sociais, como Facebook, Twitter e Instagram, do Portal Brasil e do Palácio do Planalto. A Secretaria de Imprensa da Presidência informou que as senhas já foram trocadas e o caso está sendo apurado internamente. Segundo o Planalto, não há a possibilidade de as contas terem sido hackeadas por terceiros. Horas depois,  o Planalto informou que o funcionário responsável pelo vazamento das senhas era terceirizado e já foi afastado.
Fonte: http://g1.globo.com/politica/noticia/planalto-publica-no-twitter-por-engano-senhas-de-redes-sociais-do-governo.ghtml

Desmascaradas as mentiras da esquerdista Meryl Streep contra Donald Trump

Meryl Streep usou uma mentira da imprensa anti-Donald Trump, já refutada em vídeo deste blog durante a campanha eleitoral americana, para demonizar o presidente eleito dos Estados Unidos na noite de domingo (8).
Ao receber o prêmio Cecil B. DeMille pelo conjunto da obra durante a cerimônia de entrega do Globo de Ouro, a atriz atacou Trump, como se ele tivesse ridicularizado a deficiência do repórter Serge Kovaleski, do New York Times:
“Foi nesse momento que a pessoa que pediu para ocupar o lugar mais respeitado em nosso país imitou um repórter incapacitado. Alguém que ele superou em privilégio, poder e capacidade de reagir. Isso partiu meu coração quando eu vi e eu ainda não consigo tirar isso da minha cabeça porque não estava em um filme, era a vida real”.
Não era a vida real coisa alguma.
Era o “filme” de campanha dos torcedores de Hillary Clinton contra o candidato republicano, agora recauchutado pela afetação de bom-mocismo de uma premiada profissional da interpretação.
Meryl, porém, ainda prosseguiu em seu teatro:
“Quando algo assim é feito por alguém poderoso, impacta a vida de todos, porque meio que dá a permissão para que outros façam a mesma coisa. Desrespeito convida desrespeito. Violência incita violência. Quando os poderosos usam sua posição para intimidar outros, todos nós perdemos.”
Como de costume entre militantes de esquerda, Meryl acusa Trump daquilo que ela faz no instante mesmo em que o acusa: usa sua posição de poder em evento exibido para milhões de espectadores para disseminar uma mentira infamante contra o presidente eleito, levando, por exemplo, a imprensa de outros países, especialmente a brasileira, a fazer a mesma coisa, como também de costume.
O provincianismo tupiniquim e o deslumbramento com atores famosos só agravam o quadro.

O efeito psíquico da demonização

Escrevi aqui em 10 de outubro de 2016:
“(…) É mentira, por exemplo, que Trump ridicularizou a deficiência de um repórter. Eu refutei essa mentira em vídeo. Acontece que mentiras infamantes, quando as pessoas nelas acreditam, têm o efeito de torná-las predispostas a ver o sujeito com maus olhos e a interpretar qualquer fala ou ato seus da pior maneira.
Isto é da psique humana e, quando ocorre na vida íntima, às vezes só boa terapia consegue fazer com que a pessoa seja capaz de rever os fatos novamente sem tal predisposição negativa. Muitas, mesmo informadas de que acreditaram em engodo, são incapazes de rever o ódio que o engodo alimentou.
A demonização política é calculada justamente para criar essa repulsa emocional automática que prescinda de maiores razões objetivas e sobreviva até mesmo às provas cabais de qualquer refutação, de preferência tornando dispensável a própria necessidade de examinar as qualidades da concorrência. (…)”

Jornalista com deficiência física não pode ter seu trabalho criticado?

Poucas coisas são mais nocivas à imagem de alguém do que ser visto como um zombador da deficiência física alheia, de modo que a militância de esquerda na imprensa, na internet e em Hollywood investiu o quanto pôde na campanha, e segue investindo apesar do vexame, para que Trump seja visto como tal.
Com frequência, esses militantes fazem jogos de palavras consciente ou inconscientemente para travestir de jornalismo a intenção de demonizá-lo, trocando a menção mais infamante e mentirosa sobre ridicularizar a deficiência em si pela mais genérica de imitar, zombar ou fazer piada com um deficiente.
No caso da primeira narrativa, o imenso contraste visual entre o agito braçal de Trump e o braço paralisado pela artrogipose de Kovaleski torna patente a mentira, bem como as provas em vídeo de que Trump repete há pelo menos uma década os mesmos movimentos ao “imitar” qualquer pessoa sem deficiência (inclusive ele próprio) em momento de perturbação, como fez (pasmem) naquele mesmo discurso em relação a um general.
No caso da segunda narrativa, que apenas dissimula a primeira, o fato de que Kovaleski é um deficiente simplesmente nada tem a ver com a história para qualquer cidadão não intoxicado de esquerdismo politicamente correto e/ou da necessidade de ganhar cliques com manchetes sensacionalistas na internet.
Ainda que Trump tivesse em mente a deficiência que se manifesta no braço direito de Kovaleski, este é um repórter do New York Times que responde publicamente pelas suas matérias como qualquer outro, e sua atuação – não sua deficiência – é passível de crítica por quaisquer leitores ou cidadãos nelas implicados, especialmente quando o repórter vem a público tentar desmentir um destes, recuando no que escreveu anos antes, como argumentou Trump.
A artrogipose de Kovaleski, que nada tem a ver com qualquer retardo mental, não torna seu trabalho, nem suas intervenções públicas decorrentes dele, imune a críticas; caso contrário, todos os jornalistas portadores de qualquer tipo de deficiência física não impeditiva para o seu ofício (como de braço, mão, pé, dedo…) teriam um passe-livre providencial para a mentira até o limite da inimputabilidade.
Imunizá-los é justamente tratá-los como mental e profissionalmente incapazes em função da sua deficiência física localizada ou doença congênita que assim se manifesta, o que constitui, aí sim, o verdadeiro preconceito contra deficientes – este que militantes de esquerda, no discurso, fingem querer combater, enquanto, na prática, exploram uma vitimização descabida para atacar adversários políticos e avançar a própria agenda ideológico-partidária.

Trump rebate Meryl

Trump usou o Twitter, seu contato direto com a população sem o filtro da imprensa esquerdista, para rebater a mentira da atriz premiada:
“Meryl Streep, uma das atrizes mais sobrevalorizadas em Hollywood, não me conhece, mas me atacou ontem à noite no Globo de Ouro. Ela é uma lacaia de Hillary que perdeu de muito. Pela centésima vez, eu nunca ‘zombei’ de um repórter incapacitado (nunca faria isso), mas simplesmente o mostrei ‘nervoso’ quando ele mudou totalmente uma história de 16 anos atrás que ele tinha escrito para me fazer ficar mal. Simplesmente mais mídia muito desonesta!”
Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/as-provas-das-mentiras-de-meryl-streep-contra-donald-trump/

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Torcedor do Fluminense tira sarro e ofende colorado no metrô, tem dados expostos e é ameaçado

Um torcedor do Fluminense se exaltou ao tirar sarro de um colorado no trem da SuperVia do Rio de Janeiro, no último domingo, logo após o empate em 1 a 1 que culminou no rebaixamento do Internacional para a Série B do Brasileirão. Bruno Vargas da Costa utilizava o coletivo para voltar para casa quando encontrou três fãs do Inter, dois trajando a camisa e outro, sem. O homem foi até um dos torcedores, começou a gravar um vídeo e a brincar com a situação do rival.
"Rebaixamento do Inter, né? Primeira vez na história, né? Parabéns! O que você acha? Vocês ganharam do Atlético-MG, abriram três pontos do Palmeiras, né? Que merda, hein? Vocês foram rebaixados. Situação que vocês tinham de tudo para ser campeão", começou o tricolor, aparentemente de forma pacífica, enquanto o senhor aceitava a zoação.
Mas, depois, o sarro começou a ficar mais pesado e virou agressão verbal.
"Foram rebaixados? Cara de otário!", bradou Bruno, apontando para o colorado. "Olha para esse aqui", diz, apontando para o outro torcedor do Inter, sem camisa. Depois, iniciam-se os gritos de "ão, ão, ão, segunda divisão". "Que merda, hein? Vai tomar no cu! Seu otário, olha para a câmera aqui! Puta que pariu, seu filho da puta, rebaixado", continuou o torcedor do Flu, agora gritando próximo ao rosto do senhor colorado e com o dedo em riste. Um amigo de Bruno Vargas, também fã tricolor, entra em cena e ameaça jogar o óculos do homem no chão.
Apesar do sarro e dos xingamentos, Bruno ainda faz a ressalva para um dos colegas. "Sem agressão, sem agressão". E termina voltando a gritar "ão, ão ão, segunda divisão". O vídeo acabou muito difundido na internet e iniciou a ira de diversos torcedores de outros times e até do próprio Fluminense. Pior que isso, os dados de Bruno Vargas da Costa acabram sendo expostos, como número de telefone, tanto celular como fixo, endereço, conta das redes sociais e até mesmo nome dos pais.
Diversos prints retirados da internet mostram pessoas mandando mensagens de ódio e repúdio ao tricolor via Whatsapp. Ele recebeu ameaças de morte e de agressão. "E ai, covarde FDP? Desce aqui pro RS pra mostrar essa pose de machão. Série C. Respeita as pessoas de idade, mané. Você deve ser a vergonha da família. A torcida gigante te espera", escreveu um.
Nesta segunda-feira, a conta do Facebook de Bruno foi excluída ou bloqueada para consultas. Ainda no domingo, porém, após verificar toda a repercussão do vídeo, ele postou uma mensagem de retratação.
"Primeiramente, gostaria de esclarecer que não houve nenhum tipo de agressão física da minha parte a torcedores do Internacional e sim gozação normal de futebol. Meu time já foi roubado em decisão de Copa do Brasil, já foi rebaixado, já foi humilhado, já caiu para a Série C e aceito numa boa as gozações de torcedores rivais! Futebol é assim. Um dia você sacaneia e outro você é sacaneado! Mesmo assim, por causa da repercussão negativa, venho através desse post me retratar com os torcedores colorados e também das outras equipes! Futebol envolve paixão e reconheço que exagerei nas minhas palavras, e por isso, peço desculpas a todos!", admitiu. De acordo com o jornalista gaúcho Fabiano Baldasso, o Internacional já comunicou o Ministério Público e fará uma denúncia na Promotoria do Torcedor contra Bruno.
Nesta segunda-feira, o Fluminense enviou, por meio de seu site oficial, uma nota de repúdio aos atos de seus torcedores, mas não anunciou nenhuma medida a ser tomada contra eles. Veja abaixo!
O Fluminense Football Club vem a público manifestar seu repúdio à atitude de três torcedores do clube contra integrante da torcida do Internacional, em vídeo gravado no retorno do jogo deste domingo, no metrô.
O Tricolor pede desculpas aos colorados e ressalta que este comportamento condenável não representa o da nossa torcida. O respeito ao torcedor adversário precisa ser uma prática comum e recorrente. O futebol deve servir como instrumento de propagação da união, jamais do ódio.